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Artigos

TST/2017 – TAQUIGRAFIA – REVISÃO GRAMÁTICA – TEORIA E PRÁTICA

R$299,00 ou em até 12x R$24.91

(LIMITADO: VALOR PARA AS 100 PRIMEIRAS MATRÍCULAS)

INÍCIO DAS AULAS: 15 DE AGOSTO

TST/2017 – INTERPRETAÇÃO DE TEXTO – TEORIA E PRÁTICA

R$199,00 ou em até 12x R$16,58

(LIMITADO: VALOR PARA AS 100 PRIMEIRAS MATRÍCULAS)

ou em até 12x R$ 16,58 

INÍCIO: 11 DE SETEMBRO

TST/2017 – TAQUIGRAFIA – REDAÇÃO – TEORIA E PRÁTICA

R$299,00 – R$399,00

R$ 299,00 (sem correção de redação)

R$ 399,00 (com correção de três redações pelo professor)

ou em até 12x R$ 24,92 (VALOR DE PARCELA PARA QUEM OPTAR PELO CURSO SEM CORREÇÃO DE REDAÇÃO)

ou em até 12x R$ 33,25 (VALOR DE PARCELA PARA QUEM OPTAR PELO CURSO COM CORREÇÃO DE REDAÇÃO)

Visualizações ilimitadas – Assista quantas vezes quiser; materiais disponíveis em PDF.

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Salários chegam a R$ 6.617,99 para técnicos e R$ 10.119,93 para analistas. FCC será a banca organizadora

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Um novo certame promete agitar o mundo dos concursos. O Tribunal Superior do Trabalho (TST) anunciou nesta terça-feira (4/4) a realização de um edital para o preenchimento de cargos de nível superior e médio ainda este ano. A Fundação Carlos Chagas (FCC) será a banca organizadora.

A previsão é que a publicação do edital aconteça entre junho e agosto. Os salários são de R$ 4.865,35 para os cargos de analistas e de R$ 2.965,38 para técnicos. Porém, com a gratificação judiciária, os vencimentos chegam a R$ 10.119,93 e R$ 6.617,99, respectivamente.

O número de vagas não foi informado, no entanto, o Termo de Referência para contratação da instituição que irá realizar a prova publicado pelo órgão traz uma estimativa do quantitativo final de candidatos aprovados e do quantitativo de provas discursivas, redações e provas práticas a serem corrigidas. No total, serão 1440 classificados, distribuídos entre os seguintes cargos:

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Clique aqui para conferir o termo de referência que anunciou a contratação de uma nova banca para a realização de concurso público para o provimento de cargos vagos e cadastro de reserva na Secretaria do Tribunal Superior do Trabalho – TST.

 Último concurso

O último concurso TST para as carreiras de apoio ocorreu em 2012, com homologação do resultado final no mesmo ano. Como o prazo de validade foi prorrogado por mais dois anos, em outubro de 2014, venceu em outubro de 2016.

A banca foi a Fundação Carlos Chagas. Na ocasião, 76.811 candidatos se inscreveram para disputar 37 vagas imediatas e cadastro de reserva.

Fonte: https://pt.scribd.com

2.1.1. Ensino Superior Completo Valor da Inscrição: R$ 120,00 (cento e vinte reais) Remuneração inicial: R$ 10.461,90
 
F06 - Analista Judiciário – Área Apoio Especializado – Especialidade Taquigrafia Executar o apanhamento taquigráfico de sessões e outros eventos determinados pela Presidência ou pela Secretaria-Geral Judiciária; executar as ligações dos "quartos" de serviço, incluir as leituras e proceder a revisão; digitar as notas taquigráficas definitivas e conferi-las com a gravação da sessão; concatenar as notas taquigráficas revisadas, correspondentes ao período de permanência em sessão, ordenando-as segundo a sequência ocorrida; revisar a redação final das notas taquigráficas, observando a correção gramatical, verificando a legislação citada, as expressões latinas e estrangeiras, nomes de juristas ou autores mencionados na sessão; redigir, digitar e conferir expedientes diversos; atender aos serviços judiciários da Corte nas diversas unidades; executar outras atribuições que a Administração entender necessárias. 
 
F06 Analista Judiciário – Área Apoio Especializado – Especialidade Taquigrafia Diploma devidamente registrado, de curso de Ensino Superior em qualquer área de formação, inclusive licenciatura plena, reconhecido pelo Ministério da Educação (MEC). 
 
 
 ÁREA APOIO ESPECIALIZADO – ESPECIALIDADE TAQUIGRAFIA - Conteúdo das provas - Língua Portuguesa: Interpretação de texto. Argumentação. Pressupostos e subentendidos. Níveis de linguagem. Articulação do texto: coesão e coerência. Termos da oração. Processos de coordenação e subordinação. Discurso direto e indireto. Tempos, modos e vozes verbais. Classes de palavras. Flexão nominal e verbal. Concordância nominal e verbal. Regência nominal e verbal. Ocorrência da Crase. Ortografia e acentuação. Pontuação. Equivalência e transformação de estruturas. Redação. Noções sobre Direitos das Pessoas com Deficiência: (Resolução CNJ nº 230/2016 - art. 19): Inclusão, direitos e garantias legais e constitucionais das pessoas com deficiência (Lei nº 13.146/2015; Lei nº 11.126/2005 e Constituição Federal). Normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida (Lei nº 10.098/2000 e Decreto 5.296/2004). Prioridade de atendimento às pessoas portadoras de deficiência (Lei nº 10.048/2000 e Decreto 5.296/2004). Direitos no sistema de transporte coletivo (Lei nº 8.899/1994) e Decreto 3.691/2000). Símbolo de identificação de pessoas portadoras de deficiência auditiva (Lei nº 8.160/1991). Normas de apoio às pessoas portadoras de deficiência e sua integração social (Lei nº 7.853/1989 e Decreto 3.298/1999). Regimento Interno do TST: Aprovado pela Resolução Administrativa nº 1.295/2008 com alterações dos Atos Regimentais nos 1/2011, 2/2011 e 3/2012 e Emendas Regimentais nos 1/2011, 2/2011 e 3/2012. TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO 23 PARA O CARGO DE ANALISTA JUDICIÁRIO – ÁREA APOIO ESPECIALIZADO – ESPECIALIDADE TAQUIGRAFIA Noções de Direito do Trabalho: Dos princípios e fontes do Direito do Trabalho. Hierarquia das fontes. Dos direitos constitucionais dos trabalhadores (art. 7º da CF/88). Da relação de trabalho e da relação de emprego: características e diferenciação. Dos sujeitos do contrato de trabalho stricto sensu: do empregado e do empregador: conceito e caracterização. Do grupo econômico e suas implicações no contrato de trabalho; da sucessão de empregadores; da responsabilidade solidária. Terceirização e flexibilização. Do contrato individual de trabalho: conceito, classificação e características. Da alteração do contrato de trabalho: princípio informador; alteração unilateral e bilateral; o jus variandi. Da suspensão e interrupção do contrato de trabalho: caracterização e distinção; hipóteses de suspensão e de interrupção do contrato de trabalho. Hipóteses de rescisão do contrato de trabalho. Do aviso prévio: prazo e efeitos no contrato de trabalho. Da duração do trabalho; da jornada de trabalho; dos períodos de descanso; do intervalo para repouso e alimentação; do descanso semanal remunerado; do trabalho noturno e do trabalho extraordinário. Do salário-mínimo; irredutibilidade e garantia. Das férias: do direito a férias e da sua duração; período concessivo e período aquisitivo de férias; da remuneração e do abono de férias. Do salário e da remuneração: conceito e distinções; composição do salário; modalidades de salário; formas e meios de pagamento do salário; adicionais salariais; 13º salário. Da prescrição e decadência: conceito, características, distinção e prazos. FGTS. Da segurança e medicina no trabalho: das atividades perigosas ou insalubres. Da proteção ao trabalho do menor. Estatuto da Criança e do Adolescente. Da proteção ao trabalho da mulher; da estabilidade da gestante; da licença-maternidade. Do direito coletivo do trabalho: organização sindical. Liberdade sindical (Convenção 87 da OIT); conceito de categoria e categoria diferenciada; das convenções e acordos coletivos de trabalho. Das comissões de Conciliação Prévia. Da representação dos empregados. Da renúncia e transação. Noções de Direito Constitucional: Princípios fundamentais. Dos direitos e garantias fundamentais: dos direitos e deveres individuais e coletivos, dos direitos sociais, da nacionalidade, dos direitos políticos. Da Administração Pública: disposições gerais, dos servidores públicos. Da Organização dos Poderes: Do Poder Legislativo, Do Poder Executivo. Do Poder Judiciário. Funções Essenciais à Justiça. Noções sobre Direitos das Pessoas com Deficiência: (Resolução CNJ nº 230/2016 - art. 19): Inclusão, direitos e garantias legais e constitucionais das pessoas com deficiência (Lei nº 13.146/2015; Lei nº 11.126/2005 e Constituição Federal). Normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida (Lei nº 10.098/2000 e Decreto 5.296/2004). Prioridade de atendimento às pessoas portadoras de deficiência (Lei nº 10.048/2000 e Decreto 5.296/2004). Direitos no sistema de transporte coletivo (Lei nº 8.899/1994) e Decreto 3.691/2000). Símbolo de identificação de pessoas portadoras de deficiência auditiva (Lei nº 8.160/1991). Normas de apoio às pessoas portadoras de deficiência e sua integração social (Lei nº 7.853/1989 e Decreto 3.298/1999). Regimento Interno do TST: Aprovado pela Resolução Administrativa nº 1.295/2008 com alterações dos Atos Regimentais nos 1/2011, 2/2011 e 3/2012 e Emendas Regimentais nos 1/2011, 2/2011 e 3/2012. 
 
 
8.1.2. A aplicação da Prova Prática de Taquigrafia, para o cargo de Analista Judiciário - Área Apoio Especializado - Especialidade Taquigrafia está prevista para 15/04/2018, na Cidade de Brasília/DF. 
 
 
F06 Analista Judiciário – Área Apoio Especializado – Especialidade Taquigrafia Conhecimentos Básicos Conhecimentos Específicos 40 30 1 3 Classificatório e Eliminatório 4 h Discursiva – Redação 01 1 Prática de Taquigrafia Classificatório e Eliminatório 
 
 
13. DA PROVA PRÁTICA DE TAQUIGRAFIA PARA O CARGO DE ANALISTA JUDICIÁRIO – ÁREA APOIO ESPECIALIZADO – ESPECIALIDADE TAQUIGRAFIA – F06 13.1. A Prova Prática de Taquigrafia para o Cargo de Analista Judiciário – Área Apoio Especializado – Especialidade Taquigrafia será realizada na cidade de Brasília/DF, em data, horário e local a serem posteriormente divulgados por meio de Edital de Convocação Específico. 13.2. Para a Prova Prática de Taquigrafia serão convocados todos os candidatos habilitados e mais bem classificados nas Provas Objetivas de Conhecimentos Básicos e Conhecimentos Específicos, na forma do Capítulo 9, e habilitados na Prova Discursiva - Redação, na forma do Capítulo 12, deste Edital. 13.3. Da realização da prova: 13.3.1. O candidato deverá preencher a identificação nos espaços reservados na Folha de Prova. 13.3.2. À prova que apresentar sinal, expressão ou convenção que possibilite a identificação do candidato será atribuída nota 0 (zero), eliminando o candidato do Concurso. 13.3.3. Será excluído do Concurso o candidato que for surpreendido, durante a realização da prova, em comunicação com outros candidatos, utilizando-se de livros, notas ou materiais e equipamentos não permitidos, bem como o candidato que se ausentar do local de prova sem o acompanhamento do fiscal. 
13.3.4. O candidato, ao terminar a prova, entregará ao fiscal, juntamente com a Folha de Decifração, o bloco com o registro taquigráfico. 13.3.5. A saída do candidato, do local da prova, somente será permitida após 30 (trinta) minutos do início da decifração. 13.4. A prova consistirá em: 13.4.1. registro taquigráfico, durante 5 (cinco) minutos, de texto a ser previamente sorteado e ditado em velocidade variável e crescente, de 80 (oitenta) a 90 (noventa) palavras por minuto.13.4.2. decifração do texto, obrigatoriamente, em microcomputador PC (Pentium ou equivalente), sistema operacional, Windows 7 e editor de texto Microsoft Word for Windows, versão 2010 ou 2013 pelo prazo de 1 hora, não sendo permitido ao candidato o uso de máquina própria. 13.5. A correção da prova será efetuada com base no texto digitado, conforme os seguintes critérios: a) não havendo erro – nota 100 (cem); b) de zero a cinco erros (inclusive) – nota 95 (noventa e cinco); c) de cinco (exclusive) a dez erros (inclusive) – nota 90 (noventa); d) de dez (exclusive) a dezesseis erros (inclusive) – nota 85 (oitenta e cinco); e) de dezesseis (exclusive) a vinte e dois erros (inclusive) – nota 80 (oitenta); f) de vinte e dois (exclusive) a vinte e oito erros (inclusive) – nota 75 (setenta e cinco); g) de vinte e oito (exclusive) a trinta e quatro erros (inclusive) – nota 70 (setenta); h) de trinta e quatro (exclusive) a quarenta erros (inclusive) – nota 65 (sessenta e cinco); i) de quarenta (exclusive) a quarenta e oito erros (inclusive) – nota 60 (sessenta); j) de quarenta e oito (exclusive) a cinquenta e três erros (inclusive) – nota 55 (cinquenta e cinco); k) de cinquenta e três (exclusive) a 60 erros (inclusive) – nota 50 (cinquenta); l) mais de sessenta erros – nota 0 (zero). 13.6. Critérios para contagem de erros: − palavra omitida, acrescida ou substituída, sem alteração de sentido: 0,5 (zero vírgula cinco) erro; − palavra omitida, acrescida ou substituída, com alteração do sentido: 1 (um) erro; − os erros de palavras, desde que consequentes, serão contados uma única vez (por exemplo, se o texto diz "... um escolar" e o candidato escreveu "... uma escola", o erro será contado uma única vez por consequente); − palavras soltas, erradas, sem formar sentido: 1 (um) erro por palavra; − no caso de concorrência de erros (por exemplo, omissão de 5 (cinco) palavras e substituição por 3 (três) erradas, computar-se-á o número maior de erros. 
13.7. Os rascunhos não serão considerados, em hipótese alguma. 13.8. Por ocasião da avaliação do desempenho, na Prova Prática de Taquigrafia, a que se refere esse Capítulo, os candidatos deverão usar as normas ortográficas em vigor, implementadas pelo Decreto Presidencial nº 6.583, de 29 de setembro de 2008, e alterado pelo Decreto nº 7.875, de 27 de dezembro de 2012, que estabeleceu o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. 13.9. A Prova Prática de Taquigrafia terá caráter habilitatório e classificatório. 13.10.Obedecidos os critérios de avaliação descritos neste Capítulo, aos candidatos serão atribuídas notas entre 0 (zero) e 100 (cem) pontos, obtendo-se, assim, o total de pontos de cada candidato. 13.11.Serão considerados habilitados apenas os candidatos que obtiveram nota igual ou superior a 60 (sessenta) pontos.
13.12.O candidato não habilitado será excluído do Concurso. 13.13.Da divulgação dos resultados constarão apenas os candidatos habilitados.  
 
15.3. Para o cargo de Analista Judiciário – Área Apoio Especializado – Especialidade Taquigrafia – F06, a nota final dos candidatos habilitados será igual ao total de pontos obtido nas Provas Objetivas de Conhecimentos Básicos e de Conhecimentos Específicos, mais a nota da Prova Discursiva – Redação e, ainda, mais a nota obtida na Prova Prática de Taquigrafia, obedecidos os critérios estabelecidos, respectivamente, nos Capítulos 9, 12 e 13, deste Edital, sendo considerados aprovados os candidatos mais bem classificados até os limites estabelecidos no quadro abaixo (item 15.6, deste Capítulo), respeitados os empates na última colocação e todos os candidatos com deficiência inscritos em conformidade com o Capítulo 5 e habilitados conforme os Capítulos 9, 12 e 13, deste Edital. 
 
Para maiores informações, não deixe de acessar o conteúdo completo do Edital. 
 
 
Matrículas abertas para turmas de aprendizado, aperfeiçoamento e velocidades!
 
 
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A, B, C, D, E , F, G .... aprender a ler e a escrever para você foi fácil, não? E para a humanidade, como foi? Saiba como foi a aventura do desenvolvimento da escrita, conheça os diferentes alfabetos e sistemas existentes.

Você se lembra da primeira coisa que disse hoje ao acordar? Se não lembra, tudo bem. A maioria de nós não se recorda também. E da aula de ontem no colégio, você lembra de cor? Se não lembra, pode consultar o seu caderno, não é? Ainda bem que existe a escrita, hein?!

fenicio grego latino

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Para nos facilitar a memória, e para nos comunicar com pessoas que estão afastadas no espaço ou no tempo, deixamos registros. Quando mandamos uma carta, nos comunicamos com alguém que está afastado no espaço. Mas também deixamos um registro que pode ser  lido pelas futuras gerações, então, nos comunicamos com aqueles que estão afastados no tempo.

 

Conhecendo o passado

A escrita é, portanto, uma invenção decisiva para a história da humanidade. Ela é a representação do pensamento e da linguagem humana por meio de símbolos. Um meio durável e privilegiado de comunicação entre as pessoas. Por meio de registros escritos há milhares de anos, ficamos sabendo como era a vida e a organização social de povos que viveram muito antes de nós. A invenção não surgiu por acaso, mas como consequência das mudanças profundas nas sociedades durante o período do surgimento das primeiras cidades.

Pelo menos quatro sistemas de escrita foram inventados de forma independente em épocas diferentes, por quatro povos distintos, na Mesopotâmia, Egito, China e América Central.

Os mais antigos testemunhos escritos encontrados são provenientes da região da Mesopotâmia (atual Iraque), feitos 3.300 anos antes de Cristo. Os sumérios, que habitavam a Mesopotâmia (povos que viveram antes dos assírios e babilônios na mesma região), desenvolveram a escrita cuneiforme. O termo vem de cunha, que era uma pequena ferramenta de entalhe, a "caneta" da quele tempo, que gravava símbolos em plaquinhas de cerâmica. Com ela, não era preciso ser um grande desenhista para compor todos os caracteres.

Não muito longe dali, e pouco depois, os egípcios criaram os hieróglifos, a escrita das pirâmides. Nos seus primeiros tempos, a escrita no Egito era reservada a uma classe de especialistas, os escribas. Eles ocupavam uma posição de destaque, passavam por um processo de formação e eram o elo entre o faraó, outros funcionários do governo, os sacerdotes e o povo. Até a Idade Média, quando foi criada a imprensa, em 1450, as pessoas comuns ainda não aprendiam a ler e escrever. A ideia de que todas as crianças devem aprender a ler e escrever só foi difundida no século XIX.

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A palavra hieróglifo vem do grego hieros, “sagrado” e glyphein, “gravar, escrever” e quer dizer escrita sagrada. Na verdade, existem diferentes estilos. O mais desenhado, tal como vemos nas pirâmides, é chamado de estilo hieroglífico. Em papiros e outros documentos vemos o estilo hierático, mais cursivo, ou seja,  mais fácil de traçar. Existe ainda um estilo mais popular, o demótico. Por muito tempo, a escrita antiga permaneceu misteriosa. Os hieróglifos só foram  decifrados no século XIX, pelo estudioso francês Jean-François Champollion, a partir de uma pedra que continha inscrições em hieróglifos e sua tradução para grego.

 Na América Central, povos como os maias e os astecas tinham seus próprios sistemas de escrita quando os europeus conquistaram a região, e grande parte dos seus documentos escritos foi destruída. Sabe-se que a escrita nahuatl, por exemplo, surgiu por volta do século XIII, mas ela ainda não foi totalmente decifrada pelos estudiosos.

 A China também foi berço de um sistema original, criado há mais de 3 mil anos. Eles foram os responsáveis pela invenção do papel. Antes disso, muitos outros suportes foram usados para a escrita. Os livros já foram feitos de placas de barro, madeira, metal, osso e até bambu. Escrituras em tecidos, couro, cascas de árvore e em papiro, uma espécie de papel mais fibroso, eram enroladas ou dobradas. O pergaminho era obtido a partir do couro curtido, formando rolos e podia ser lavado ou lixado para apagar uma mensagem e escrever outra por cima.

 

 Da imagem ao som

Até hoje, há diferentes tipos de escrita, porque suas origens são diferentes. A escrita evoluiu a partir do desenho. Mais ou menos assim: no início, cada figura representava um objeto. Desenhar um peixe para querer dizer peixe, ou a representação de um pé significando andar, ir, ou viagem é o que chamamos pictografia. O significado deriva diretamente da figura que o representa, por isso dizemos que é um sistema figurativo.

Se pedíssemos para você expressar a ideia da água em um símbolo, como você desenharia? Será que todos nós faríamos desenhos iguais? Provavelmente não. Por isso, a criatividade dos muitos inventores da escrita tem consequências até hoje, levando à existência de sistemas diversos. As representações de elementos simples diferem desde os primórdios. Por exemplo, a ideia da água era representada pelos egípcios como uma onda, pelos chineses, por curvinhas que lembravam a correnteza de um rio, e pelos astecas, pela cor azul dentro do desenho de uma vasilha.

 Creative Commons CC BY 3.0 Diferentes símbolos para a água

Creative Commons - CC BY 3.0 - Diferentes símbolos para a água

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A partir da escrita pictográfica, os traços foram sendo simplificados e o desenho já não parecia mais com o objeto que representava. ”

Quando temos um sistema de escrita que possui um símbolo para cada coisa, como os chineses fazem até hoje, chamamos de sistema ideográfico. Na escrita pictográfica e nos ideogramas que evoluíram a partir dela, a menor unidade da escrita é a palavra.

O sistema ideográfico parece complexo para nós porque é necessário conhecer um número grande de símbolos (mais de mil!) para conseguir ler um texto de jornal, por exemplo. Com o alfabeto é diferente, conseguimos ler qualquer palavra desde que conheçamos umas duas ou três dezenas de símbolos.

Creative Commons CC BY 3.0 Da pictografia à escrita cuneiforme

Creative Commons - CC BY 3.0 - Da pictografia à escrita cuneiforme

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O alfabeto

Isso porque o alfabeto é uma invenção que parte de uma outra ideia: representar não a coisa em si, mas o som. O alfabeto é uma tentativa de desenhar o som da língua. Ele é resultado da decomposição do som das palavras em sílabas ou em fonemas - o som das letras. Cada letra representa um fonema ou mais de um (o C, por exemplo, pode ter som de k – como em casa - ou de s como na palavra cidade, por exemplo).

O nosso alfabeto é o latino e descende do grego. O grego, por sua vez, foi derivado do fenício, que trouxe uma grande inovação. Com apenas 22 letras, o alfabeto fenício era muito mais simples do que as escritas cuneiforme e hieroglífica. O alfabeto fenício era consonantal, pois só registrava as consoantes, e não as vogais, que só seriam inventadas mais tarde pelos gregos. Os fenícios habitavam uma parte do que hoje á Síria e o litoral do Líbano, e o alfabeto que eles desenvolveram surgiu da necessidade de controlar e facilitar o comércio.

Os alfabetos hebraico e o árabe até hoje não usam vogais, por isso são chamados consonantais. É como se eles escrevessem txt para dizer texto. E por falar em texto, é só pelo sentido dele (ou por outros sinais especiais, que são incluídos nas letras), que é possível, nestes alfabetos, diferenciar o que o autor ao escrever fc, por exemplo, quis dizer foca, faca ou fica. O alfabeto latino é fonético e vocálico, enquanto que o brahmi, sistema indiano que deu origem a muitos outros na Ásia, é silábico.

A escrita nos faz reviver as diferentes civilizações, informando-nos sobre o cotidiano, história, ciência, literatura, religião...Enfim, ela nos deixa o legado de um patrimônio cultural das civilizações já desaparecidas. E por elas, compreendemos como a escrita atual foi desenvolvida.

 

Evolução permanente

Na verdade, a escrita, assim como as línguas, está em permanente processo de evolução. Ela reflete e acompanha a maneira como as sociedades vivem, seus hábitos, tecnologia e peculiaridades. Por isso, textos de apenas cem anos atrás, muitas vezes, já possuem palavras que caíram em desuso.

Outro exemplo da evolução da forma de escrever é que hoje, já não damos tanta importância a ter uma letra bonita no caderno, porque o acesso a computadores torna mais fácil a produção da escrita em letra de forma, digitada. E vemos, nos e-mails e nas trocas de mensagens escritas simultâneas pela Internet – os chats –, uma variação da linguagem, produzida pela pressa em digitar. Por exemplo, quando escrevemos vc e tb, no lugar das palavras você e também. O uso de símbolos gráficos – os emoticons, como  ; > )  (um rostinho sorrindo e piscando um olho) –  tenta imitar as expressões faciais que acompanham a linguagem oral. Tudo isso mostra como a escrita é um processo vivo e ativo, inventado e reinventado pela humanidade todos os dias.

Creative Commons CC BY 3.0 Com os símbolos do teclado imitamos as expressões faciais

Creative Commons - CC BY 3.0 - Com os símbolos do teclado, imitamos as expressões faciais

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TAQUIGRAFIA E LÍNGUA PORTUGUESA, TUDO A VER.

A ESCOLA DA LÍNGUA PORTUGUESA ON-LINE e a TAQUIBRAS agora se unem por uma mesma razão: o amor que se deve ter pelo ensino de Língua Portuguesa com vistas a preparar, de fato, os futuros taquígrafos para o mercado de trabalho e renovar os antigos, hoje servidores da Câmara dos Deputados, Senado Federal, Câmara Legislativa do Distrito Federal, TST, STJ, TJDFT, TRF e demais casas legislativas regionais e tribunais estaduais, bem como empresas privadas.

20170807 172237 1Quem comanda a Escola da Língua Portuguesa é Edson Couto, com formação e experiência há mais de 15 anos, tendo iniciado suas atividades em licenciatura a convite do professor Flávio Freza na TAQUIBRAS. Nesse período, a parceria de ambos os professores alavancou os melhores resultados nos concursos vindouros, com a aprovação, sempre, dos primeiros lugares nos certames.

Falamos em parceria porque era corrente ouvir dos próprios alunos que um vinha a completar o outro. Na realidade, os professores Edson Couto e Flávio Freza, pelo alto grau de amizade que têm entre si, desenvolvem cursos em comum acordo, de modo a complementar cursos específicos, pois reconhecem que o aluno só pode aprender bem as regras e os jogos de construção frasal com muito estudo.

Não há, portanto, milagre, e sim esforço próprio, vontade de seguir adiante, compreensão de que a TAQUIGRAFIA não pode andar bem sem o conhecimento aprofundado da língua. Na realidade, o domínio do idioma é condição primeira ao exercício satisfatório de qualquer profissão e ao exercício pleno da cidadania.

Embora aqui estejamos a falar de TAQUIGRAFIA, vale ressaltar que, em razão do grau de domínio linguístico que o taquígrafo deve ter no exercício de suas funções, os cursos da Escola da Língua Portuguesa On-Line atendem a contento todos os que querem compreender os mecanismos de que se vale a Língua Portuguesa para a veiculação de todos os pensamentos e ideias. Assim, todos podem estudar na Escola da Língua Portuguesa On-Line, cujo lema é A revolução no pensar a língua é a nossa missão.

Para mais informações sobre a Escola da Língua Portuguesa, visite o endereço eletrônico www.escolalinguaportuguesa.com.br.

Matrículas abertas para os seguintes cursos:

- Revisão para o Tribunal Superior do Trabalho (TST), professor Edson Couto;

- Redação, professor Dino;

 

- Interpretação de texto, professor Maurício Izolan.

Curso de Taquigrafia

 Direção: Paulo V.B. Xavier - 64 anos de taquigrafia. Muita Experiência. Mais Resultados.

CGC 26.471.466/0001-69 – CF/DF – 07.320.208/001-96 Shopping Liberty Mall, Torre A, 3º andar, Sala 304, Fone (61) 3327-2352 Correspondência: SCN, Q.02, Bloco D, Torre A,

3º andar, Sala 304, Brasília, DF – CEP 70710-500 - O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.

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