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"A persistência é a virtude da tenacidade; é, por outro lado, a severa coragem para enfrentar dificuldades e resistir ao desânimo diante dos contratempos."

CONCURSOS DE TAQUIGRAFIA – TAQUÍGRAFOS NOVATOS – EXPERIÊNCIA NA ÁREA

Waldir Cury

Ainda a respeito da celeuma levantada  sobre a  “experiência na área” que um candidato a concurso de taquigrafia supostamente deveria ter, cumpre esclarecer o seguinte:  em geral, um candidato ao cargo de taquígrafo de uma instituição legislativa ou judiciária não tem experiência nenhuma da função que vai exercer.

Vamos definir aqui a palavra “experiência” como um conjunto de técnicas e conhecimentos específicos, adquiridos e acumulados  através de um aprendizado sistemático e diuturno, que se aprimora com o correr do tempo.

É o que os ingleses chamam de “know-how”, os franceses de “savoir-faire”: o saber como fazer.

Os concursos têm uma função primordial: escolher os melhores dentre os que se candidatam a exercer a função.  Há uma prova de taquigrafia (um ditado de cinco ou dez minutos, feito numa determinada velocidade), e uma prova de português.  Uma ou outra instituição exige ainda uma prova de conhecimentos gerais, e algumas instituições incluem, no Edital, uma prova de legislação específica.

Os candidatos aprovados e nomeados, então, tomam posse.  Entram no departamento de taquigrafia como noviços, novatos, inexperientes: estão “verdes” ainda!  No departamento de taquigrafia, encontram taquígrafos atuantes, experientes, traquejados, amadurecidos pelos anos de atividade na função.  São esses taquígrafos experientes que irão repassar todo o cabedal de conhecimentos aos novos.  Eles é que vão fornecer, aos noviços,  todas as informações necessárias, todas as instruções,  todos os esclarecimentos.  Os taquígrafos antigos, numa demonstração de coleguismo, num gesto generoso e abnegado, dão a sua inestimável contribuição, preparando e adestrando, da melhor maneira possível,  o recém-empossado.

Em geral, durante algum tempo, o taquígrafo novato entra no Plenário acompanhado por um taquígrafo antigo. Esta é a praxe.

Só depois, quando o calouro já está habilitado, exercendo a atividade com domínio total, só quando ele pode caminhar com as próprias pernas, é liberado para exercer a função de modo independente.   Independente é o modo de dizer, apenas para se referir ao grau de amadurecimento adquirido pelo novato, pois os taquígrafos sempre trabalham com espírito de equipe, uns ajudando aos outros.  Daí por que chamamos a equipe de taquígrafos de uma instituição de o “Corpo Taquigráfico”.

 

 

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