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caneta-lema

"A persistência é a virtude da tenacidade; é, por outro lado, a severa coragem para enfrentar dificuldades e resistir ao desânimo diante dos contratempos."

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 Paulo Xavier

Em taquigrafia, não basta simplesmente o conhecimento teórico para se alcançar facilmente elevada velocidade na escrita. Para que isso ocorra, é necessária e absolutamente indispensável uma acentuada dedicação do aluno e a experiência e permanente vigilância do professor.

Não consiste apenas no exercício precipitado da mão o fator primordial para que o taquígrafo escreva rapidamente. Antes de isso acontecer, convém que gradual, lenta, metódica e racionalmente seja educada a sua mente. Aí está a importância da presença do professor para dirigir o aluno até que o movimento físico da mão seja tão breve quanto o do pensamento.

O progressivo aumento de velocidade nesse processo gráfico de escrita só é obtido com a confecção metódica e progressiva de exercícios. Somente assim é atingida a automatização do traçado dos sinais taquigráficos.

Totalmente desfavorável ao exercício taquigráfico é a afobação que visa rapidamente a obter velocidade. No transcurso do treinamento, a aceleração de ditados tem de ser moderada. Mais uma vez aí aparece a importância do professor, que com paciência e muita observação deve conduzir o aluno ou a turma.

Outro fator fundamental para a aquisição de velocidade é a prática de leitura dos registros taquigráficos, pois somente assim ocorre a retenção na memória das imagens do traçado, o que contribui para que se afaste a vacilação.

Portanto, do que acima foi dito se deduz que dois princípios básicos concorrem para o desenvolvimento da velocidade em taquigrafia: fatores pessoais – agilidade e calma; fatores técnicos – treinamento, constância, perseverança.

O inimigo número um da velocidade taquigráfica – já dizia o conhecido perito francês J.B. Stoup, em “Gammes Stenographiques” – é a hesitação. Dizia ele que se tivéssemos capacidade para escrever sem hesitação cada vocábulo saído dos lábios do orador, o único limite, em tal hipótese, para obtenção da velocidade taquigráfica seria a aptidão de nossa mão para formar sinais com a devida presteza.

Ainda segundo Stoup, o registro taquigráfico segue um processo muito específico: 1) ouvir os sons pronunciados; 2) analisá-los; 3) selecionar os sinais para representar os elementos fônicos; 4) formar mentalmente uma imagem de combinação dos sinais, de acordo com as regras do sistema taquigráfico; 5) formar na mente a imagem do conjunto; 6) traçar os sinais.

Acrescente-se a todo esse processo mais o seguinte: para mover a mão, é preciso que o músculo seja ordenado a se contrair. Essa ordem é gerada por um impulso nervoso que viaja do cérebro até a medula espinhal. Daí, é transmitido por outra célula, o neurônio motor, que está ligado ao músculo. E quando essa ordem chega ao músculo ocorre a sua contração.

Se levarmos em conta toda essa gama de considerações a propósito da escrita taquigráfica, inevitavelmente chegaremos à clara conclusão de que conseguem habilitação em concursos públicos para taquígrafos aquelas pessoas que reúnem algumas qualidades específicas e que durante longos e pacientes treinamentos foram dirigidas para que alcançassem a vitória tão almejada.

(13/12/2011)

Curso de Taquigrafia

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