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caneta-lema

"A persistência é a virtude da tenacidade; é, por outro lado, a severa coragem para enfrentar dificuldades e resistir ao desânimo diante dos contratempos."

Prof. Waldir Cury

  • Sempre treinar as palavras de difícil traçado de cada ditado (repeti-las várias vezes, durante alguns dias – até sentir que as está taquigrafando sem nenhuma hesitação quanto à feitura dos sinais).
  • Traduzir, ou oralmente ou por escrito (de preferência digitando no computador) cada ditado que você taquigrafar.  A tradução vai ajudá-lo a ver os seus pontos fracos, as palavras que precisam ser mais treinadas, e irá ajudá-lo a ficar cada vez melhor na decifração dos sinais taquigráficos.  Ao traduzir, procurar sempre ver o sentido da frase, do assunto – isso ajuda muito a tradução.  A regra então é: taquigrafou – traduziu!  Lembre-se: a taquigrafia não é um fim em si mesma.  Qual é o fim?  É a tradução!
  • Ao treinar ditados de uma determinada velocidade (por exemplo, 70ppm), sempre treinar, concomitantemente, um minuto de uma velocidade acima (no caso, um minuto de 75ppm).  Eu costumo dizer para os meus alunos presenciais, que essa tática é para ir “dando uma puxadinha para cima” na velocidade.  Depois de treinar vários ditados de um minuto de 75, ainda treinando os ditados de 70ppm, aumentar para 2 minutos de 75.  E assim por diante.  Quando chegar a 5 minutos de 75, já começa a treinar um ditado de 1 minuto de 80ppm.
  • Procure amadurecer bem em cada velocidade.  Nada de querer “queimar etapas”. A regra, então, é: procurar “digerir” cada ditado.  Nada de ficar pulando de ditado em ditado sem tê-lo estudado bem.  Nada de “oba-oba” com ditados.
  • Por incrível que pareça, a velocidade taquigráfica está menos na mão e mais no cérebro!  O que atrasa a velocidade e a fluência num ditado são determinadas palavras de traçado mais difícil, que geram dúvida (hesitação) no cérebro, na hora de transformar os sons escutados em sinais taquigráficos. Daí a necessidade de fazer-se uma lista dessas palavras de cada ditado e treiná-las bem, até que elas não causem mais hesitação na hora de taquigrafar, ou mais precisamente, na hora de desenhar as palavra no cérebro.
  • Por serem de extrema valia para a velocidade, os taquigramas devem merecer uma atenção toda especial.  Uma maneira prática de estudá-los é estudá-los em forma de “rodízio”, ou seja, uma repetição ininterrupta.  Por exemplo, num dia o aluno estuda os taquigramas das “letras A e B”.  No dia seguinte, os taquigramas das “letras C e D”.  E assim sucessivamente.  Quando chegar na letra Z, começar todo o processo de novo, ou seja, novamente estudar os taquigramas das “letras A e B”, depois das “letras C e D”, e assim sucessivamente.  É importante este esquema de repetição ininterrupta dos taquigramas, pois a cada maior velocidade taquigráfica que o aluno treinar, mais rápidos e automáticos os taquigramas deverão ser taquigrafados.
  • O mesmo se diga dos Sinais Iniciais e Terminais Especiais.  Eles têm uma importância muito grande no que se refere à velocidade.  Por isso devem ser estudados de maneira metódica e repetitiva até tê-los de cor e salteado, a ponto de taquigrafá-los sem hesitação, sem dúvida, de modo fluente, instantâneo.
  • Há uma tendência de aumento dos sinais na medida em que se vai subindo de velocidade.  No afã de taquigrafar rápido para conseguir acompanhar simultaneamente o que está sendo ditado, acaba-se por fazer o sinal maior do que deve ser, e não raro o sinal acaba virando um verdadeiro garrancho.
  • Para evitar o aumento e a deturpação da forma do sinal taquigráfico, o remédio é procurar fazer cópias do ditado lentamente, observando a proporção e o tamanho dos sinais.  E ao treinar as palavras de difícil traçado de forma repetitiva, procurar fazê-lo de modo lento e com o tamanho menor.  Aqui vale a regra: se quer correr, primeiro vá devagar!
  • Um exercício ótimo, que representa um verdadeiro antídoto contra sinais grandes e deturpados é a “microtaquigrafia”.  Consiste em fazer cópia taquigráfica de um texto, procurando fazer os sinais bem pequenos, exageradamente pequenos, numa pauta bem estreita.

Curso de Taquigrafia

 Direção: Paulo V.B. Xavier - 64 anos de taquigrafia. Muita Experiência. Mais Resultados.

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